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PERFORMING ARTS: desenvolvendo habilidades criativas, emocionais e comunicativas para a vida
Quando pensamos em ensino de teatro (ou outras artes coligadas como dança e música) frequentemente nosso pensamento vai para o resultado: a performance. Essa é a ponta do iceberg. O que encontramos nas profundezas do ‘oceano-emoções’ é para onde nosso olhar deve ser redirecionado. Mais do que decorar falas, as artes cênicas ensinam os jovens a navegarem por seus sentimentos, desenvolvendo a autoconfiança, a expressão e o senso crítico.
A legislação brasileira e a BNCC tornaram o ensino de artes obrigatório, mas a forma como cada escola aplica isso faz toda a diferença. E é exatamente aí que o programa de Performing Arts dos Anos Finais da Stance se destaca: nós integramos o teatro, a dança, a música e as artes visuais de um jeito único, expandindo o repertório cultural do seu filho e preparando-o para o mundo.
A neurociência já explica que o córtex pré-frontal (responsável pelo controle de impulsos) ainda está em desenvolvimento nos jovens. Observa-se nos adolescentes uma fase experimental, na qual precisam testar. Testam suas personalidades, seus desejos, suas individualidades. Testam em si e testam na relação com o outro. O teatro vai proporcionar ao adolescente um espaço para seus testes em ambiente controlado. No jogo dramático, a liberdade da ficção permite que os alunos explorem possibilidades. Ao questionar “porque a personagem X faria isso?”, trazendo para o corpo a resposta na sequência, os jovens conseguem simultaneamente se individualizar e buscar compreender empaticamente o outro.
Na Stance Dual, o ensino de Performing Arts vai além da performance artística, aqui formamos jovens capazes de sustentar suas criações e ideias perante a sociedade, mas principalmente perante a si próprios.
O trabalho das Artes Cênicas dentro do contexto escolar é fundamental para o desenvolvimento - para além do campo subjetivo pessoal - de habilidades essenciais para qualquer carreira profissional escolhida no futuro. Ao longo de quatro anos de programa, se observa notável melhora da escuta, oratória, cooperação, disciplina, foco, empatia e, em um mundo tão gráfico e cheio de telas, a tão importante elaboração de um universo simbólico subjetivo-criativo. Ferramentas estas que serão um diferencial para qualquer carreira de sucesso almejada. Qualquer carreira.
O desenvolvimento é progressivo e cumulativo, pensado especialmente para as características de cada faixa etária.
No sexto ano, nosso foco é o desenvolvimento do trabalho coletivo e do respeito mútuo para a construção de um ambiente de criação artística saudável e criativo. Isso se dará através de diversas dinâmicas de jogos teatrais, improvisações e apreciação cênica.
Já no sétimo ano, nosso foco será a expressão corporal. Através de jogos de teatro e dança, trabalharemos o corpo cênico como texto do discurso performático. Pensamos em como traduzir o que se passa dentro do campo emocional para o corpo expressivo - assim, eles aprendem também a ler e identificar empaticamente aqueles que estiverem pedindo ajuda de forma não-verbal. Técnicas de respiração também serão ensinadas para que nossos alunos também ganhem ferramentas de autorregulação física e mental.
Quando chegarmos ao oitavo ano, aproveitamos o excelente inglês da escola para explorarmos as percepções vocais, rítmicas e semânticas da palavra através de jogos, cenas e textos teatrais. A firmeza da oralidade adquirida neste ano é base fundamental para todas as atividades de defesa de iniciação científica que os alunos enfrentarão no ano seguinte.
E aí sim, chegamos a performance no nono ano. Não sem antes investigarmos a importância de todas as equipes criativas de um espetáculo teatral - e assim, explorar as multipotencialidades de cada aluno.
Quando investimos em Performing Arts na educação, entregamos uma bússola para que o aluno atravesse em segurança o oceano de suas próprias emoções.





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