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Quilombo de Ivaporunduva e PETAR - 7º Ano
Entre os dias 23 e 25 de outubro, os alunos do 7º ano participaram de um estudo do meio no Vale do Ribeira, interior de São Paulo. A atividade, integrada às disciplinas de Geografia, História, Matemática, Ciências, Social Studies, Science e Language, teve como objetivo compreender a importância das unidades de conservação na proteção ambiental, na manutenção da biodiversidade e no fortalecimento das populações tradicionais.
No primeiro dia, o grupo visitou o Quilombo de Ivaporunduva, onde assistiu a palestras sobre a história e cultura quilombola, além de participar de trilhas e oficinas de caça, pesca, gastronomia e artesanato. As vivências proporcionaram uma imersão na realidade local, evidenciando práticas sustentáveis e saberes transmitidos entre gerações. À noite, no hotel, os alunos registraram suas observações em textos, desenhos e anotações, encerrando o dia com atividades recreativas.
O segundo dia foi dedicado ao Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR), no Núcleo Santana. Durante a visita, os estudantes exploraram as cavernas Água Suja e Santana, aprendendo sobre formações geológicas, estruturas rochosas e as espécies que habitam os ecossistemas subterrâneos. O grupo também aproveitou o contato com a natureza em banhos no Rio Betari e na Cachoeira do Couto. À noite, além dos registros diários, os alunos participaram de uma roda de conversa ao redor da fogueira, com marshmallows e integração, fortalecendo o vínculo entre os participantes.
No terceiro e último dia, os alunos participaram da oficina Campo Primitivo, na qual aprenderam técnicas de produção de fogo e o uso de instrumentos utilizados por sociedades antigas. Em seguida, visitaram a Caverna do Diabo, em Eldorado, uma das mais importantes do país, reconhecida por sua impressionante formação geológica e rica biodiversidade. A visita reforçou o aprendizado sobre espeleologia e destacou a relevância da preservação do patrimônio natural brasileiro.
O estudo do meio foi uma experiência interdisciplinar e enriquecedora, que permitiu relacionar os aspectos naturais da Mata Atlântica às práticas sustentáveis das comunidades quilombolas. As aprendizagens foram consolidadas nas aulas seguintes, com a produção de um caderno de estudos reunindo registros e reflexões dos alunos.
Mais do que uma viagem, a experiência no Vale do Ribeira representou uma verdadeira oportunidade de aprendizado significativo, unindo teoria, prática e vivência, momentos que certamente permanecerão na memória de todos os participantes.





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